Art Déco

Raul Mendes Silva

Sumário
Localização no tempo e no espaço
Características principais
Influência nas artes decorativas
Personalidades associadas ao estilo
Repercussões nos Estados Unidos
Fontes de estudo

Vogue

Localização no tempo e no espaço

Em 1916, a Societé des Artistes Décorateurs (Sociedade dos Artistas Decoradores) projetou uma exposição em Paris que, por causa das convulsões sociais da época, acabou adiada até à data de sua inauguração, em 1925, quando foi designada como Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas. Foram apresentados vidros, cerâmicas, desenhos de interior, encadernações de livros, mobiliário, trabalhos em laca e metal.

Déco é a abreviatura da locução francesa que corresponde, em português, a “decorativa”. Esta orientação tinha raízes na Alemanha (Deutscher Werkbund) e na Áustria (Wiener Werkstäte) e prolongou sua influência por algumas décadas, mantendo uma referência com as experiências da Bauhaus. A mostra parisiense despertou polêmica entre os artistas modernistas e os decoradores. Uma enciclopédia em doze volumes, a Enciclopédie des arts décoratifs et industrieles modernes au XX siècle  (Enciclopédia das artes decorativas e industriais modernas no séc. 20) com mais de mil ilustrações, documentou e orientou os rumos estéticos do movimento.

No início do século 20, o Art Nouveau tinha-se esgotado, como opção plástica. A sociedade europeia mudara, os artífices escasseavam e procuravam criações mais simples, dentro de sobriedade, ordem e simetria. Neste interim desenvolveram-se formas mistas, ecléticas, difíceis de classificar, que os contemporâneos denominavam, simplesmente, como “arte do fim do século” (no caso, era o século 19).

Augene Grasset

Eugène Grasset  (1841-1917), capa de Método de
Composição Ornamental
, Librarie Centrale des Beaux-Arts,
Paris, publicado em 1905, livro sobre decoração com
elementos geométricos e retilíneos, um dos textos que
serviu de orientação prática para o Art Déco*. 
*Disponível em https://archive.org/details/mthodedecomposit01gras

Em Paris, o Théatre des Champs-Elysées

Em Paris, o Théatre des Champs-Elysées, inaugurado em 1913,
é um exemplo da evolução em direção ao Art-Déco (arquiteto Auguste
Perret, 1874-1954; baixo-relevos de Antoine Bordelle, 1861-1929).

Logo após a França, o estilo se espalhou pela Bélgica (em especial na capital, Bruxelas), Holanda, Grã-Bretanha, Estados Unidos, com muito sucesso entre os países anglo-saxões (que experimentavam rápido progresso industrial) como Austrália, Nova Zelândia, Canadá, mas igualmente em remotas urbes orientais, como Xangai e Hong Kong e mesmo nas Filipinas e na India.

No caso da sua repercussão na arquitetura, o sucesso veio acompanhado pela tecnologia do concreto armado, que não existia até o final do século 19, tempo do Art Nouveau. A influência foi decisiva nos edifícios comerciais, sedes de indústrias, teatros e cinemas e habitações das famílias ricas. Entretanto, esta aproximação com a ideia do luxo rapidamente deu lugar  a uma arquitetura popular, como na orientação do Bauhaus, como veremos.

No início, o estilo foi criticado por sua aparente superficialidade e dispersão. Embora seguisse uma orientação unitária pela geometrização decorativa, não tinha e nem parecia precisar de líderes ou corifeus. 

***

O Art Déco progressivamente se transformou num estilo internacional. A moda estética que o antecedeu, o Art Nouveau, exigia um artesanato minucioso, com suas curvas e desenhos tão sinuosos, que por vezes lembravam o gosto rococó do século 18. Entretanto, a mão-de-obra artística tinha ficado mais cara e rara. O novo estilo, tanto nas artes decorativas como na arquitetura, permitia mais liberdade de execução, possibilitava a produção em massa, em escala industrial, devido às linhas retas e ângulos definidos. Nos primeiros tempos, no início da década de 1920, os artistas do Déco serviam aos colecionadores ricos e exigentes, mas progressivamente foram se aproximando de camadas menos favorecidas da população.

É interessante constatar que o movimento atravessou períodos economicamente difíceis e politicamente atormentados, passando por guerras, revoluções, insurreições armadas, passeatas, pelo comunismo e pelo fascismo. Mas, com um espírito eclético, soube aliar elementos das artes decorativas anteriores com a sua contemporaneidade e com a predileção pelos exotismos, absorvendo influências tribais da polinésia, dos índios americanos, do antigo Egito, da civilização Maya e da arte marajoara dos índios brasileiros, mesclando tanta heterogeneidade com as novidades europeias do cubismo, do surrealismo, do futurismo, do construtivismo, do abstracionismo geométrico e do  modernismo, sempre tendo como objetivo a perfeição artesanal de todos os seus produtos.

Não se deve esquecer que o movimento beneficiou-se também do aporte de Le Courbusier (1887-1965) e seu ésprit nouveau (espírito novo) como veremos a seguir.

***

O ESPÍRITO NOVO
Após a Primeira Guerra (1914-1918), a Europa ficou arrasada e dilacerada, em todos os sentidos. No ano final do conflito morreu o francês Guillaume Apollinaire (1880-1918), figura emblemática do intelectual engajado, poeta de vanguarda, inovador, que escrevia versos “musicais” sem se prender à pontuação gráfica, crítico, vanguardista e arauto do “Espírito Novo” que deveria orientar as futuras gerações de criadores. Além de criar a designação surrealismo, cunhou a expressão L'Esprit nouveau (O Espírito novo), que supostamente deveria mudar a atitude dos artistas perante as novas realidades. Paris representava então a capital das artes, aparentemente tudo se passava ali, antes de acontecer em outro lugar. Não era bem assim, mas os franceses julgavam correta essa percepção – e, convenhamos, depois de tanto infortúnio, tinham direito à autoestima.

Escreveu Apollinaire: ““Na poesia, o espírito novo, que dominará o mundo, está presente na França, mais do que em qualquer outro lugar. Desde sempre, os franceses se impuseram uma forte disciplina intelectual, o que permite, a eles e aqueles que os acompanham espiritualmente, uma concepção da vida, das Artes e das Letras, que não é a simples aceitação da Antiguidade, mas também não representa um mero prolongamento da bela decoração romântica... Antes de tudo, o espírito novo que se anuncia deseja herdar do classicismo (seu) sólido bom senso, o (seu) espírito crítico, sua visão de conjunto do universo e da alma humana.. . e (acompanhar o seu) sentimento do dever, que limita e depura (o efeito) dos sentimentos e doma as suas manifestações.”

O poeta queria a mudança, mas não assumia a iconoclastia em relação aos valores do passado.

Em 1921, Le Corbusier (Édouard Jeanneret-Gris, dito, 1887-1965) e Amédée Ozenfant (1886-1966), arquitetos e artistas, seguiram a orientação de Apollinaire, editando uma revista com o nome de L'Esprit Nouveau, tendo como finalidade promover a renovação das artes, particularmente da arquitetura. A revista publicou 25 números até 1925. Pode dizer-se que, junto com a Bauhaus, o Espírito Novo foi a grande contribuição para toda a arquitetura e o design contemporâneos, com grande impacto na obra de Oscar Niemeyer e dos modernistas brasileiros.

***

ANTES DA BAUHAUS: A DEUTSCHER WERKBUND
A partir de 1907, diversos empresários alemães se reuniam com designers e arquitetos seus compatriotas, com quem fundaram, nesse ano, uma associação, a Deutscher Werkbund, uma espécie de Federação Alemã do Trabalho. Entre os associados encontravam-se Mies Van der Rohe e Walter Gropius, que pretendiam impulsionar novos projetos de residências, escritórios e todos os seus equipamentos. Dentro do mesmo conceito de economia e simplicidade, deveriam caber desde o projeto da casa, a decoração da sala, até ao desenho dos copos e talheres. Em 1919, o grupo adquiriu renome mundial, fundando a Bauhaus.

Cartaz da 1ª Exposição da Deutsche Werkbund

Cartaz da 1ª Exposição da Deutsche
Werkbund, em Colônia, 1914

Estes profissionais conseguiram um imenso êxito, promovendo em 1927, num bairro de Stuttgart uma exposição coletiva de arquitetura, a Weissenhofsiedlung, para a qual Mies van der Rohe convidou os mais prestigiados profissionais da época.

BAUHAUS. Foi um movimento estético de origem alemã, que estendeu suas influências às artes plásticas e, em particular, à indústria da construção civil. Era originalmente dirigido por Walter Adolf Gropius (1883-1969) e “... advogava papel mais importante para a arquitetura e o design, perseguindo a máxima economia de materiais, atendendo às finalidades práticas do fazer artístico. Não era uma proposta somente estética, mas social e política, pois o convívio teve um efeito didático, mesclando cérebros criadores com ofícios manuais ... Com esta orientação, passaram a desenhar-se e a fabricar-se, em escala industrial, cadeiras, mesas, instalações tubulares... Como se mencionou, Le Corbusier foi um dos talentos que estabeleceu contato importante com os inovadores. Além disso, o Bauhaus teve contribuição inestimável para a segunda fase do Art Déco. Em 1928, Gropius foi substituído na direção até que, após pressão dos nazistas, finalmente a escola foi fechada, em 1933. A diáspora levou alguns de seus artistas para os EUA, inclusive Gropius.”

Bauhaus, poltrona Brueuer

Bauhaus, poltrona Brueuer

A escola Bauhaus

A escola Bauhaus, em Weimar, Alemanha, com sua proposta de arquitetura modernista.

 

Características principais

O estilo teve seu grande sucesso a partir de 1920 e até 1939 (início da Segunda Guerra Mundial), com maior influência na arquitetura e no design, mas cobrindo praticamente todas as manifestações da artes plásticas. Anteriormente, havia se verificado a expansão do Art Nouveau em todo o mundo ocidental. Era uma estética que cultivava as formas ondulantes e sinuosas da natureza vegetal, enquanto o Art Déco se orientou para as linhas e formas geométricas, procurando depurar-se de qualquer sinuosidade. No início, ainda havia curvas, que progressivamente foram dando lugar aos ângulos retos. Resumindo, o Art Déco:

- Serviu-se de movimentos artísticos seus contemporâneos, como o cubismo e o surrealismo.  

- Na arquitetura, inclusive na decoração e construção de residências, teve uma presença mais marcante que os estilos anteriores, beneficiando-se das teorias e práticas do Bauhaus e, sobretudo, do uso do concreto armado, que não existia no século 19.

 - Utilizou predominantemente a estilização, sobretudo com formas e linhas geométricas, fossem retas ou circulares.

- Cultivou a abstração em designs requintados, com cores contrastantes e em novas combinações cromáticas, que antes não seriam aceitáveis pela arte acadêmica. 

- Na representação de figuras preferiu mulheres e animais estilizados.

- Empregou materiais preciosos nas joias, estendendo o requinte para roupas e acessórios.
- Levou o design déco às novas formas de entretenimento e luxo, como carros, filmes, casas de espetáculos.

- No mobiliário, os ebanistas (artistas da marcenaria) mais reconhecidos na época procuraram madeiras raras, por vezes exóticas, frequentemente trazidas dos locais remotos, como mogno, jacarandá, limoeiro, cedro e amaranto, que por vezes utilizaram em conjuntos, para obter contrastes de efeito estético.

- Teve influência decisiva no modernismo da primeira metade do século 20.

 

Influência nas artes decorativas

O art déco atingiu uma extraordinária qualidade de execução nas pequenas esculturas denominadas “criselefantinas” (do grego chrysos,ouro; e elephas, marfim), esculpidas em materiais nobres, de grande apelo aos consumidores endinheirados. No início, o déco era uma arte chique, refinada, utilizada em móveis, pinturas e objetos, recorrendo à diversos materiais, como ébano, mogno das Antilhas, madrepérola, nácar, laca, jade, marfim, pedras preciosas.  As pequenas esculturas eram requintadas, representando mulheres inspiradas em dançarinas famosas, no balé russo de Diaguilev e em seu artista e coreógrafo, Serge Lifar (o Balé Russo estreara em Paris em 1909, com imenso sucesso).

Demetre Chiparus (1886-1947) Semiramis

Demetre Chiparus (1886-1947) Semiramis, escultura  
“criselefantina”, em marfim e materiais preciosos

J. E. Ruhlmann

J. E. Ruhlmann (1879-1933) secretária
em amarante e marfim

Adler Rose

Adler Rose (1892-1969) Encadernação,
Narcisse, Paul Valéry

Tiffany

Tiffany, relógio com esmeraldas,
diamantes e platina, 1933

Van Cleef & Arpels, anel com rubis e diamantes

Van Cleef & Arpels, anel com rubis e diamantes

Edsel Ford Model 40, 1932

Edsel Ford Model 40, 1932

Moda masculina na década de 1920

Moda masculina na década de 1920

 

Personalidades associadas ao estilo

A CONDIÇÃO FEMININA NO ART DÉCO
Anteriormente, o Art Nouveau tinha cultivado a figura feminina envolta numa atmosfera sensual, carinhosa e romântica, exibindo lânguidas moças desnudadas e de olhos semi-fechados, o que originou o mote artístico da femme-fleur (mulher-flor). O artista brasileiro Antonio Parreiras (1860-1937) fez sucesso e ganhou dinheiro em Paris, pintando dezenas de nus deste tipo. Uma dançarina norte-americana, Loie Fuller (1865-1928), encantou os franceses, evoluindo nos palcos com movimentos de serpentina, iluminados, repletos de charme. Ela foi reproduzida e evocada em numerosos trabalhos da época. O Art Déco decretou o fim desse devaneio: uma nova mulher surgiu, junto com a vida liberada, mantendo vários parceiros (antes atributo somente dos homens), automóveis, banhos de praia e gosto pelo esporte.

Victor Margueritte (1866 – 1942) um novelista francês nascido na Argélia, filho de um general famoso, publicou na capital francesa, aos 56 anos, uma novela (La Garçonne, 1922) que provocou frisson na sociedade. Em francês, garçonne é o feminino de garçon, que significa moço, rapaz (fica difícil encontrar uma tradução em português com o mesmo conteúdo semântico).  Era a história de uma moça que, ao se saber traída pelo noivo, decidiu levar uma vida liberada, vivendo aventuras emocionais e sexuais com diversos parceiros, de ambos os sexos. O fato é que a novela teve vendas fantásticas para a época – 20 mil exemplares somente nos quatro primeiros dias. Publicada por Alfred Knopf em inglês (1923) veio a ser adaptada para teatro e cinema, prolongando sua influência durante anos. 

Fica hoje difícil de imaginar que tenha havido tal repercussão, tratando-se Paris de uma cidade de costumes tão cosmopolitas. Todavia, com a Primeira Guerra (1914-1919) a França tinha sofrido um  calamitoso desgaste econômico e demográfico, com a morte de muitos homens, que se tornaram 10% menos numerosos que as mulheres, e não parecia época adequada para mais sobressaltos sociais, de tal maneira que o governo acabou retirando de Margueritte a comenda da Légion d'honneur com que o havia distinguido. Aquela parte da velha França, conservadora e reacionária, tinha dormitado, mas acordava a tempo de sustar a libertinagem...

***

Entre as mulheres que ficaram associadas a uma aura de libertação podem citar-se a tenista Suzanne Lenglen, a atriz e escritora Beatriz Costa, a atriz de cinema Louise Brooks, as pintoras Tamara de Lempicka e Tarsila do Amaral e a dançarina Joséphine Baker.

Suzanne Lenglen

Suzanne Lenglen (1899-1938) francesa, a primeira star do tênis feminino.

Beatriz Costa

Beatriz Costa (1907-1996), portuguesa, atriz de
teatro e cinema, escritora, “a menina da franja”, autora de
Mulheres sem fronteiras (1981), um dos ícones
da cultura popular em seu país.

Mary Louise Brooks (1906-1985), norte-americana, modelo, dançarina, atriz.

Mary Louise Brooks (1906-1985), norte-americana, modelo, dançarina, atriz.

Tamara de Lempicka

Tamara de Lempicka (1898-1980), polonesa, autorretrato.

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral (1886-1973), brasileira, pintora
modernista, imagem da mulher independente e liberada.

Josephine Baker

Josephine Baker (1906-1975) norte-americana,
cantora e dançarina, a Vênus Negra, feminista
e ativista dos direitos dos negros.

***

Alguns nomes ficaram deste movimento: no design e arranjo de espaços notabilizaram-se Ludwig Mies van der Rohe e Amédée Ozenfant. Na arquitetura, Tony Garnier, Auguste Bluysen, Le Corbusier e seu irmão, Robert Mallet-Stevens. No cinema, Marcel L’Herbier (L’Inhumaine). Na pintura, Tamara de Lempicka.

 

Repercussões nos Estados Unidos

A partir de uma mostra em Nova York (Metropolitan Museum, 1934), essa tendência elitista inseriu-se na decoração dos musicais holywoodianos e estabeleceu um diálogo com a produção industrial, popularizando-se no vestuário, objetos de casa, bijuteria, mobiliário e publicidade. Em Nova York, como em Miami, há dezenas de edifícios construídos em estilo déco, como o  Empire State Building e o arranha-céus da Chrysler.

Empire State Building, Nova York, 1931

Empire State Building, Nova York, 1931

Chrysler Building, Nova York, 1930

Chrysler Building, Nova York, 1930

Emiliano Stefenetti, fachada em Miami, EUA

Emiliano Stefenetti, fachada em Miami, EUA

NO BRASIL

No Brasil, o art déco chegou na década de 1920, logo de início com a colaboração de John Graz (1891-1980) e o apoio de Di Cavalcanti (1897-1976), o qual passava largas temporadas em Paris. Influenciou pintores como Vicente do Rego Monteiro (1899-1970); Ismael Nery (1900-34) e Antonio Gomide (1895-1967). Duas pinturas que ilustram o gosto déco: de Gomide, Porto, 1922, que está na Pinacoteca do Estado de São Paulo. E de Vicente, Mulher e bola vermelha, 1927, exposto no Palácio de Verão, Campos do Jordão.

Antonio Gomide, Porto, tela, 1922, Pinacoteca do Est de SP

Antonio Gomide, Porto, tela, 1922, Pinacoteca do Est de SP

Vicente do Rego Monteiro, Nu com bola vermelha, tela, 1927, Palácio de Verão, Campos do Jordão, SP

Vicente do Rego Monteiro, Nu com bola vermelha,
tela, 1927, Palácio de Verão, Campos do Jordão, SP

Vitor Brecheret, Tocadora de guitarra

Vitor Brecheret, Tocadora de guitarra

No centro do Rio de Janeiro, o antigo Ministério do Exército, a Central do Brasil e o Teatro Carlos Gomes são edifícios com traçado déco. O Cristo do Corcovado é um dos maiores projetos art déco do mundo; em São Paulo, o monumental conjunto de Victor Brecheret (1894-1955) Monumento às Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, representa outro imponente exemplar.

Cristo Redentor, inaugurado em 1931, 38 m de altura, Rio de Janeiro

Cristo Redentor, inaugurado em 1931, 38 m de altura, Rio de Janeiro

Vitor Brecheret, Monumento às Bandeiras (1936-53), granito, 16x50 metros, São Paulo

Vitor Brecheret, Monumento às Bandeiras (1936-53), granito, 16x50 metros, São Paulo

 

Fontes de estudo
EM PORTUGUÊS
Roiter, Márcio, Rio de Janeiro Art Déco, Casa da Palavra, 2011, Rio de Janeiro
Instituto Art Déco Brasil, acessível em    http://www.artdecobrasil.com/home.php?url=home&idioma=Pt
http://pt.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co
EM ESPANHOL
http://elgranotro.com.ar/index.php/art-deco-europa-y-argentina-entre-guerras/
http://es.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co
http://www.museocasalis.org/nuevaweb/
http://www.artdecomexico.com/artdecoenmexico/
EM FRANCÊS
http://fr.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co
http://www.artdeco.fr/blog/lart-deco-histoire-de-style-tendance-du-design-1920-1939/
EM INGLÊS
Catley, Bryan, Art Déco and other figures
http://www.art-deco-style.com/index.html
http://www.vam.ac.uk/content/articles/a/study-guide-art-deco/
http://www.ebay.com/gds/How-to-Identify-Art-Deco-Furniture-/10000000177317380/g.html
Art Déco nos Estados Unidos   http://www.brynmawr.edu/cities/archx/05-600/proj/p2/npk/historydeco.htm
EM ALEMÃO
http://de.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co